segunda-feira, 9 de junho de 2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Dengue 3: Rio de Janeiro
Em janeiro de 2001 foi isolado o tipo 3 do vírus do dengue (existem quatro), de uma pessoa adoecida em dezembro de 2000 em Nova Iguaçu (município do Grande Rio). Este isolamento, o primeiro do vírus 3 no Rio de Janeiro, foi realizado pelo Departamento de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz. Posteriormente, o tipo 3 foi isolado de mais quatro pessoas, em Nova Iguaçu (mais dois), no Rio de Janeiro (Leblon, Zona Sul), no município de Queimados (Grande Rio).

A imunidade no dengue é de longa duração e tipo-específica. A infecção produz imunidade apenas contra o tipo (1, 2, 3 ou 4) que causou a doença. Em outras palavras, se a infecção foi com o tipo 2, a pessoa pode ter novamente o dengue causado pelos vírus dos tipos 1, 3 ou 4.

Os quatro tipos causam manifestações clínicas identicas. A determinação do tipo de vírus infectante, possivel apenas através de exames laboratoriais, é irrelevante para o tratamento da doença. A forma grave do dengue (diminuição acentuada da pressão sangüínea) pode acontecer mesmo na primeira infecção, com qualquer dos tipos. Nas infecções seguintes o risco é maior, mas não é obrigatório que aconteça a forma grave.

No Rio de Janeiro ocorreram duas grandes epidemias. A primeira, em 1986-87, foi causada pelo tipo 1. A segunda, em 1990/91, foi provocada pelos tipos 1 e 2. As pessoas que tiveram infecção causada por esses tipos estão imunes somente a eles. A circulação de um novo vírus (o tipo 3) no Rio de Janeiro significa que toda a população, mesmo os que tiveram dengue anteriormente, está sob risco de adquirir a infecção. O único modo possível de evitar a introdução de um novo tipo do vírus do dengue é a eliminação do Aëdes aegypti.

O mosquito transmissor do dengue, o Aëdes aegypti, prolifera-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em qualquer local onde se acumule água limpa (vasos de plantas, bromélias, pneus velhos, cisternas etc.). O Aëdes aegypti também pode transmitir a febre amarela.

Em períodos de epidemias é importante a aplicação de inseticida através do "fumacê", com o objetivo de reduzir rapidamente a população adulta do Aëdes aegypti e, portanto, interromper a transmissão. O "fumacê", no entanto, não acaba com os criadouros do Aëdes aegypti e novos mosquitos se formam. Por isso, é importante eliminar os criadouros do transmissor, em geral pequenas coleções de água limpa. Como o Aëdes aegypti, além do dengue, também pode também transmitir a febre amarela também se estará contribuindo para manter as cidades livres dessa doença.
CivesCentro de Informação em Saúde para Viajantes
Dengue 3: Rio de Janeiro
Em janeiro de 2001 foi isolado o tipo 3 do vírus do dengue (existem quatro), de uma pessoa adoecida em dezembro de 2000 em Nova Iguaçu (município do Grande Rio). Este isolamento, o primeiro do vírus 3 no Rio de Janeiro, foi realizado pelo Departamento de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz. Posteriormente, o tipo 3 foi isolado de mais quatro pessoas, em Nova Iguaçu (mais dois), no Rio de Janeiro (Leblon, Zona Sul), no município de Queimados (Grande Rio).
A imunidade no dengue é de longa duração e tipo-específica. A infecção produz imunidade apenas contra o tipo (1, 2, 3 ou 4) que causou a doença. Em outras palavras, se a infecção foi com o tipo 2, a pessoa pode ter novamente o dengue causado pelos vírus dos tipos 1, 3 ou 4.
Os quatro tipos causam manifestações clínicas identicas. A determinação do tipo de vírus infectante, possivel apenas através de exames laboratoriais, é irrelevante para o tratamento da doença. A forma grave do dengue (diminuição acentuada da pressão sangüínea) pode acontecer mesmo na primeira infecção, com qualquer dos tipos. Nas infecções seguintes o risco é maior, mas não é obrigatório que aconteça a forma grave.
No Rio de Janeiro ocorreram duas grandes epidemias. A primeira, em 1986-87, foi causada pelo tipo 1. A segunda, em 1990/91, foi provocada pelos tipos 1 e 2. As pessoas que tiveram infecção causada por esses tipos estão imunes somente a eles. A circulação de um novo vírus (o tipo 3) no Rio de Janeiro significa que toda a população, mesmo os que tiveram dengue anteriormente, está sob risco de adquirir a infecção. O único modo possível de evitar a introdução de um novo tipo do vírus do dengue é a eliminação do Aëdes aegypti.
O mosquito transmissor do dengue, o Aëdes aegypti, prolifera-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em qualquer local onde se acumule água limpa (vasos de plantas, bromélias, pneus velhos, cisternas etc.). O Aëdes aegypti também pode transmitir a febre amarela.
Em períodos de epidemias é importante a aplicação de inseticida através do "fumacê", com o objetivo de reduzir rapidamente a população adulta do Aëdes aegypti e, portanto, interromper a transmissão. O "fumacê", no entanto, não acaba com os criadouros do Aëdes aegypti e novos mosquitos se formam. Por isso, é importante eliminar os criadouros do transmissor, em geral pequenas coleções de água limpa. Como o Aëdes aegypti, além do dengue, também pode também transmitir a febre amarela também se estará contribuindo para manter as cidades livres dessa doença.
Disponível em 21/04/01, 12:53h.
CivesCentro de Informação em Saúde para Viajantes
Dengue 3: Rio de Janeiro
Em janeiro de 2001 foi isolado o tipo 3 do vírus do dengue (existem quatro), de uma pessoa adoecida em dezembro de 2000 em Nova Iguaçu (município do Grande Rio). Este isolamento, o primeiro do vírus 3 no Rio de Janeiro, foi realizado pelo Departamento de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz. Posteriormente, o tipo 3 foi isolado de mais quatro pessoas, em Nova Iguaçu (mais dois), no Rio de Janeiro (Leblon, Zona Sul), no município de Queimados (Grande Rio).
A imunidade no dengue é de longa duração e tipo-específica. A infecção produz imunidade apenas contra o tipo (1, 2, 3 ou 4) que causou a doença. Em outras palavras, se a infecção foi com o tipo 2, a pessoa pode ter novamente o dengue causado pelos vírus dos tipos 1, 3 ou 4.
Os quatro tipos causam manifestações clínicas identicas. A determinação do tipo de vírus infectante, possivel apenas através de exames laboratoriais, é irrelevante para o tratamento da doença. A forma grave do dengue (diminuição acentuada da pressão sangüínea) pode acontecer mesmo na primeira infecção, com qualquer dos tipos. Nas infecções seguintes o risco é maior, mas não é obrigatório que aconteça a forma grave.
No Rio de Janeiro ocorreram duas grandes epidemias. A primeira, em 1986-87, foi causada pelo tipo 1. A segunda, em 1990/91, foi provocada pelos tipos 1 e 2. As pessoas que tiveram infecção causada por esses tipos estão imunes somente a eles. A circulação de um novo vírus (o tipo 3) no Rio de Janeiro significa que toda a população, mesmo os que tiveram dengue anteriormente, está sob risco de adquirir a infecção. O único modo possível de evitar a introdução de um novo tipo do vírus do dengue é a eliminação do Aëdes aegypti.
O mosquito transmissor do dengue, o Aëdes aegypti, prolifera-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em qualquer local onde se acumule água limpa (vasos de plantas, bromélias, pneus velhos, cisternas etc.). O Aëdes aegypti também pode transmitir a febre amarela.
Em períodos de epidemias é importante a aplicação de inseticida através do "fumacê", com o objetivo de reduzir rapidamente a população adulta do Aëdes aegypti e, portanto, interromper a transmissão. O "fumacê", no entanto, não acaba com os criadouros do Aëdes aegypti e novos mosquitos se formam. Por isso, é importante eliminar os criadouros do transmissor, em geral pequenas coleções de água limpa. Como o Aëdes aegypti, além do dengue, também pode também transmitir a febre amarela também se estará contribuindo para manter as cidades livres dessa doença.
Disponível em 21/04/01, 12:53h.
CivesCentro de Informação em Saúde para Viajantes
Dengue 3: Rio de Janeiro
Em janeiro de 2001 foi isolado o tipo 3 do vírus do dengue (existem quatro), de uma pessoa adoecida em dezembro de 2000 em Nova Iguaçu (município do Grande Rio). Este isolamento, o primeiro do vírus 3 no Rio de Janeiro, foi realizado pelo Departamento de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz. Posteriormente, o tipo 3 foi isolado de mais quatro pessoas, em Nova Iguaçu (mais dois), no Rio de Janeiro (Leblon, Zona Sul), no município de Queimados (Grande Rio).
A imunidade no dengue é de longa duração e tipo-específica. A infecção produz imunidade apenas contra o tipo (1, 2, 3 ou 4) que causou a doença. Em outras palavras, se a infecção foi com o tipo 2, a pessoa pode ter novamente o dengue causado pelos vírus dos tipos 1, 3 ou 4.
Os quatro tipos causam manifestações clínicas identicas. A determinação do tipo de vírus infectante, possivel apenas através de exames laboratoriais, é irrelevante para o tratamento da doença. A forma grave do dengue (diminuição acentuada da pressão sangüínea) pode acontecer mesmo na primeira infecção, com qualquer dos tipos. Nas infecções seguintes o risco é maior, mas não é obrigatório que aconteça a forma grave.
No Rio de Janeiro ocorreram duas grandes epidemias. A primeira, em 1986-87, foi causada pelo tipo 1. A segunda, em 1990/91, foi provocada pelos tipos 1 e 2. As pessoas que tiveram infecção causada por esses tipos estão imunes somente a eles. A circulação de um novo vírus (o tipo 3) no Rio de Janeiro significa que toda a população, mesmo os que tiveram dengue anteriormente, está sob risco de adquirir a infecção. O único modo possível de evitar a introdução de um novo tipo do vírus do dengue é a eliminação do Aëdes aegypti.
O mosquito transmissor do dengue, o Aëdes aegypti, prolifera-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em qualquer local onde se acumule água limpa (vasos de plantas, bromélias, pneus velhos, cisternas etc.). O Aëdes aegypti também pode transmitir a febre amarela.
Em períodos de epidemias é importante a aplicação de inseticida através do "fumacê", com o objetivo de reduzir rapidamente a população adulta do Aëdes aegypti e, portanto, interromper a transmissão. O "fumacê", no entanto, não acaba com os criadouros do Aëdes aegypti e novos mosquitos se formam. Por isso, é importante eliminar os criadouros do transmissor, em geral pequenas coleções de água limpa. Como o Aëdes aegypti, além do dengue, também pode também transmitir a febre amarela também se estará contribuindo para manter as cidades livres dessa doença.
Disponível em 21/04/01, 12:53h.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Teatro municipal

Camila.S E Camila.F- Nos gostamos muito por fora era meio feio e por dentro parecia um castelo.
Falava do tempo antigo e também do nosso tempo, aí tinha uma professora de matemática.
Ela fez toda a apresentação do teatro e também tinha um coro musical.
Tinha um telão que mostrava as fotos do tempo antigoe tambem o mais engrassado foi que no final teve a musica da coca cola pes te cola foi muito engrassado.




segunda-feira, 31 de março de 2008

Agrotóxico é um tipo de insumo agrícola. Os agrotóxicos podem ser definidos como quaisquer produtos de natureza biológica, física ou química que têm a finalidade de exterminar pragas ou doenças que ataquem as culturas agrícolas. Os agrotóxicos podem ser : • pesticidas ou praguicidas combatem insetos em geral) • fungicidas (atingem os fungos) • herbicidas (que matam as plantas invasoras ou daninhas) Os agrotóxicos são produtos químicos usados na lavoura, na pecuária e mesmo no ambiente doméstico: inseticidas, fungicidas, acaricidas, nematicidas, herbicidas, bactericidas, vermífugos. Podem ainda ser tóxicos os solventes, tintas, lubrificantes, produtos para limpeza e desinfecção de estábulos, etc.
Eles causam muitos problemas tanto para o meio ambiente, quanto para os seres humanos e animais.
Já foram registrados casos de transmissão de leucemia para o feto, por mulheres que estiveram em contato com agrotóxicos durante a gravidez.
Existem cerca de 15.000 formulações para 400 agrotóxicos diferentes, sendo que cerca de 8.000 encontram-se licenciadas no Brasil, que é um dos cinco maiores consumidores de agrotóxicos no mundo.

segunda-feira, 24 de março de 2008

myspace comments
Angel Comments
desejo a voce...
fruto de mato
chero de jardim
nampro no portão
domingo sem chuva
segunda sem mal humor
sabado com seu amor
myspace comments
Angel Comments
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segunda-feira, 10 de março de 2008